terça-feira, 22 de novembro de 2011

Detesto gente antipática


Muitas vezes levo almoço para o trabalho mas de vez em quando (infelizmente) tenho que comer num "boteco", restaurante ou confeitaria das redondezas. Costumo ir a um sitio onde se come "qualquer coisa" a um preço "razoavelmente" acessível mas, tem um grande, enorme, gigantesco problema : TODOS OS FUNCIONÁRIOS  são extremamente antipáticos.
De todas as vezes que lá vou digo sempre que será a última mas, não sei porquê acabo sempre por lá voltar. A menina que está na caixa nem sequer olha o cliente nos olhos, limita-se a tirar da nossa mão o cartãozinho com o número do pedido e estender a mão para que lhe façamos o pagamento. Hoje tive mesmo para lhe dar um grande "high five" para ver se ela reagia mas não me parece que fosse compreender... Enfim!
Sabem o que vos digo? DETESTO GENTE ANTIPÁTICA! E tenho dito!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Matilde e as estrelas

- Mãe, como nascem as estrelas?
Matilde sempre fora uma menina muito curiosa e sedenta de saber. Tudo o que via à sua volta era motivo suficiente para longas horas de conversa. Embora pequenina já tinha opinião sobre muita coisa e gostava de defender as suas ideias até à exaustão. Mas, o mais curioso, é que quando não sabia alguma coisa não inventava e não hesitava em perguntar ao adulto mais próximo o "quando", o "onde" e o "porquê". Neste dia tinha calhado à mãe.
Por entre tachos e panelas e a preparação do jantar, a mãe conseguiu tirar um tempinho para tentar explicar como nasciam as estrelas (assunto que, obviamente, não dominava).
- Ó mãe, as estrelas também choram quando nascem? E saem da barriga da mãe? Usam fraldas? E chucha? Como é chucha delas?
- Calma, calma Matilde. As estrelas não são como nós. Não nascem como nós. Não crescem como nós e, sabes uma coisa ainda mais engraçada? É que as estrelas que estás a ver agora no céu já são velhiiiiinhas... Já nasceram hà muito tempo.
- Como a avó??? Disse a Matilde com a sobrancelha levantada e olhar duvidoso na direcção da mãe.
- Sim. Senta-te aqui.
A pequena menina pegou no seu banquinho que usava para ajudar a mãe na cozinha e sentou-se muito quieta a ouvir o que a mãe tinha para lhe contar:
- Sabes Matilde, a Terra é um pequeno planeta no meio do Universo. Estás a perceber?
Matilde acenou com a cabeça dando aprovação que a mãe continuasse a contar a história que havia começado.
- Entre os diferentes planetas existe muito espaço livre e é nesse espaço que existem muitos gases e poeiras que se vão atraindo ficando cada vez mais próximos até serem uma massa só. Só que a energia entre eles é tal que fica tão quente, mas tão quente, que "explode". - A mãe da Matilde falava muito com as mãos e gesticulava muito, de maneira que, quando simula a explosão a Matilde dá um salto do banco quase caindo ao chão.
- Ó mãe, que susto!!! Olha, então o pai e a mãe das estrelas são essas coisas com nomes esquisitos que disseste?
- Sim, é mais ou menos isso... - Disse a mãe conformada que a sua explicação, tão pouco cientifica, estava a cair em saco roto. O que a Matilde queria mesmo era saber as fofocas de como tudo acontecia.... Mas viu perfeitamente que dali nada sairia. De nariz arrebitado, como era seu costume, levantou-se e disse:
- Sabes mãe, estou com fome, é melhor acabares o jantar.... Eu vou fazer um desenho para o meu quarto está bem?
E pé ante pé foi ter com a avó que dormitava no sofá da sala embalada pelo som altissimo do televisor. A avó Clementina tinha-se sentado em cima do comando e nem tinha dado por isso... Tentando controlar o riso lá conseguiu que ela acordasse e se apercebesse do sucedido. Após umas boas gargalhadas em conjunto, a pequena Matilde ganhou coragem e perguntou à avó:
- Vó Tina, tu.... tu sabes como nascem as estrelas? É que eu acho que a mãe me está a esconder alguma coisa... Só me fala em gases e poeiras o que eu acho muito estranho... É que uma estrela, que é uma coisa tão bonita, não pode vir de coisas tão feias.... É impossível, avó!
Vendo o ar desconsolado da sua neta e sabendo do gosto que tinha em histórias mirabolantes a avó tomou fôlego e disse-lhe:
- As estrelas nascem, realmente, como a tua mãe te contou mas... isso é como nascem as estrelas "normais". Há, no entanto, outras estrelas muito mais brilhantes que têm uma origem bem mais poderosa. São estrelas que nascem de um grande amor. São as estrelas que são o resultado de dois seres que se atraem e que se juntam para fazer algo maior que eles próprios, resistente a tudo e a todos e que brilhará mais quanto maior for o seu amor. A essas estrelas dá-se o nome de filhos, dá-se o nome de sobrinhos e dá-se o doce nome de netos. Tu és a minha estrela, pequena Matilde e eu vi-te nascer... Desde esse dia que a minha vida ficou tão mais luminosa, meu amor...
Com os olhos húmidos e cheios de ternura, Matilde agarrou-se ao pescoço da avó e disse:
- Avó, para mim, tu és a estrela mais cintilante de todo o Universo!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Menina previdente...

Ontem, quando preparava a cama da minha menina para a poder deitar descobri isto debaixo da almofada:

Hipóteses em cima da mesa:
- Ou os seus sonhos são baseados no tão famoso "sonho americano"
- Ou anda tão ansiosa que lhe comecem a cair os dentes que até já suborna a "fada dos ditos" com dólares
- Ou inspira-se na conquista de não fazer xixi na cama repetindo a frase "Yes we Can"

Qualquer uma delas é perfeitamente possível, tendo em conta que é da Madalena que se trata. Enquanto não descubro a resposta vou continuar a procurar todas as noites pois pode ser que tenha agradáveis surpresas!!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Sábado há festa cá em casa!!!


Estou a pensar nesta hipótese para um dos bolos (a festa é minha e da minha Madalena)... Que tal? Parece-me muito bem!!!

domingo, 23 de outubro de 2011

Branca Adormecida, Polegarzinho e uma grande confusão.


Era uma vez uma menina chamada Branca Adormecida. Ela vivia na floresta tendo por companhia um lobo: o famoso Lobo Mau. Conheceram-se uns anos antes quando a pobre criatura lhe pediu asilo após uma discussão com a anterior dona: a avózinha.
Assim viviam felizes quando um dia lhes apareceu à porta um menino muito pequenino na companhia de uma fada muito pequenina:
- Boa Tarde, minha senhora. O meu nome á Polegarzinho e esta é a minha amiga Sininho. Estamos perdidos e não sabemos o caminho de volta. Será que me podia emprestar o telefone para ligar ao meu pai?
- Claro, fiquem à vontade. Nós iamos lanchar, têm fome?
- Sim sim...
E assim se sentaram à mesa a comer um magnifico lanche preparado pela própria Branca Adormecida.
Quando o pai do Pequeno Polegarzinho chegou, a Branca não pode deixar de reparar que era um senhor muito bem parecido. Cheio de estilo ele lá se apresentou:
- Boa Tarde o meu nome é Mindinho, filho do Pai de Todos e da Fura Bolos. Qual é a sua graça?
- Aaaahhh, eu não sou nada dessas coisas. Nem sei contar anedotas!..
- Hmmm... Eu queria mesmo era saber o seu nome.
- Ahahahahah... Sou a Branca Adormecida
- Obrigada por ter acolhido o meu filho. E como prova da minha gratidão gostaria de a convidar para uma festa que vou dar no próximo sábado lá em casa.
- Uma festa? UAU, ao tempo que não saio para me divertir. Claro que irei. Muito Obrigada senhor Mindinho.
E assim ficou combinado. A semana passou sem qualquer incidente ou novidades e com a nossa heroína ansiosa pelo fim de semana.
Finalmente o grande dia chegou e a Branca Adormecida aperaltou-se para ir à grande festa. Roupa toda catita comprada de propósito para o efeito. Depois de levar o lobo mau à rua, pegou nas chaves do carro e lá foi ela à sua vida. Estacionou o carro no parque mais perto de casa dos seus anfitriões e ao sair reparou que o mesmo fechava à meia noite.
- Olha que chatice..., disse a Branca Adormecida chateada por ver a sua noite encurtada por questões meramente logísticas.
A festa estava digna de Reis e Rainhas e a "nossa menina" dançou a noite toda sem parar. A certa altura começou a tocar o despertador do seu telemóvel pois tinha marcado para as 23h58m para ir tirar o carro do parque... que fechava à meia noite. Saiu disparada sem ter, sequer, tempo de se despedir.
No dia a seguir apressou-se a ligar para casa dos seus novos amigos para se desculpar de ter saído de forma tão abrupta.
- Oh minha cara amiga, não tem que pedir desculpa, compreendemos perfeitamente. Só foi pena que tivesse perdido a melhor parte da noite quando uma das nossas convidadas, a Ariel Borralheira, deu um grande trambolhão nas escadas enquanto corria atrás do nosso gato que tinha os seus sapatos de cristal calçados. Foi cá uma risota!!!
- Ah aha aha aha  Deve ter sido sim senhor. Fica para uma próxima. Eu deixei pelo caminho algumas migalhas de bolo que trouxe daí por isso agora é muito fácil regressar para tomarmos um cafézinho.
- Faça isso, faça isso. Disse o Senhor Mindinho selando assim o inicio de uma grande amizade.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Aprovado


Mais um selo para este meu cantinho... Iiiiiuupiiii!

Pronto, agora tenho que preencher o questionário da praxe:

A) O que eu menos gosto em mim
Eu gosto de tudo em mim.... No entanto, ás vezes podia gostar um bocadinho mais de mim (confuso? é só impressão vossa!)
B) Se eu ganhasse o Euromilhões
Iria realizar todos (ou quase todos) os meus desejos e de todos aqueles de quem gosto muito (continua a ler o meu blog que pode ser que tenhas sorte eheheheheh)
C) Qual o significado do Blog para mim
Este é o meu spot. Sempre que me apetece escrever (coisas boas ou más, pensamentos, recordações, whatever) é aqui que eu venho. Não escrevo tudo tudo o que gostaria mas escrevo muitas coisas que gosto.
D) O que é a beleza para mim
Madalena
E) Frase que marcou a minha vida
"Então pequerrucha, tens sentido a minha falta?" Só uma pessoa sabe a importância que esta frase tem.

Quem me mandou este selo foi a Miss Worm e eu devo passá-lo a 10 blogs que eu goste e que ache que mereçam. Embora seja bastante blogueira não sou fiel a muitos blogs. Assim, em vez de presentear pessoas que não conheço ou com as quais não me identifico, aqui vai o selo para um único blog: