quarta-feira, 24 de julho de 2013
Ainda ando por aqui
Pouco tempo... Pouco tempo.... Piiiiiiiiiiiii piiiiiiii
Ando a correr, sempre a correr Ppppiiiiii Piiiiiiiiii
Mas vai-se andando, sempre sorrindo, sempre gozando as oportunidades que me têm sido proporcionadas....
Tenho tido dias bons, outros mais frustrantes mas tenho a consciência que tenho feito sempre o melhor que sei e da melhor forma que posso e isso tranquiliza-me.
Fui ao Marés Vivas e foram 3 dias de intensa loucura, principalmente o último dia em que vi a banda que, no momento, é a minha perdição: 30 SECONDS TO MARS.... AMEI!!!!! E para mais, tive a oportunidade de me cruzar com o meu idolo Jared Leto na área Vip (Lounge Flash)... Sim, porque esta que aqui vos escreve é uma VIPérrima que priva com pessoas tipo Rosa Mota, Vitor Baia, Carolina Salgado (eheheheheh) e tantos outros que certamente serão Vips (pela quantidade de fotógrafos que os rodeavam) mas que para mim são ilustres desconhecidos. Pois é, tivemos direito a 3 dias a chegar a casa às tantas da manhã sem ter que prestar contas a ninguém, visto que as crianças estavam fora... TEENAGER TIME!!!! Inclusive, no sábado chegamos a casa às 6 da manhã já com o dia a nascer... Os dois de rastos... Mas isso agora não interessa nada (como diz a outra)!!!
Enfim, entre trabalho e trabalho tem havido algum tempo para o lazer e aproveitar as vantagens de agora ser uma moça "trabalhadoira" e que não quer ser apenas uma moça "pagadoira" de contas.... AAAAHHHH LIFE IS GREAT!!!!
Bacci a tutti e manter-vos-ei informados das minhas aventuras!!!
domingo, 30 de junho de 2013
Balanço POSITIVO
Balanço do primeiro mês no activo... BOM!
Tenho-me esfalfado e esgotado mas tenho tido a sensação que tenho feito o meu melhor e, para mim, isso é mais do que o suficiente. Se me perguntarem se posso fazer melhor direi sempre que sim pois acho sempre que há mais e melhor para fazer. No entanto, tenho-me tentado resguardar no sentido de perceber que não posso agarrar o Mundo com os meus braços apenas por isso a palavra de ordem é, para além de muito sentido de humor para lidar com as adversidades, é: se não parte de mim a resolução do problema então não irei stressar. Se puder resolver e souber como o fazer então, não descansarei enquanto a situação não estiver concluida. Mas neste entretanto não permitirei que nada, nem ninguém, desestabilize a minha sanidade mental.
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Ponto da Situação
Oh gente boa... Tenho andado desaparecida eu sei mas tem sido por uma boa causa... Ora então cá vai o ponto da situação:
O que aconteceu nos últimos 3 meses:
- Arranjei emprego... E outro emprego... Larguei um deles... Fiquei com apenas um desafio que me foi lançado e que resolvi abraçar.
- Passado um mês e qualquer coisa, aquele que tinha largado apresentou uma proposta com um carácter mais definitivo... Aceitei.
- O outro projecto a quem me tinha dedicado aceitou que ficasse em part-time... Passei a acumular duas funções.
- A minha vida tem sido sempre a correr mas é gratificante saber que contam connosco e é ainda mais gratificante sair de casa para trabalhar e chegar ao final do dia com o sentido de dever cumprido.
De maneiras que pouco tempo sobra para blogs e afins... Mas sempre que puder é óbvio que passarei por aqui. Mais que não seja só para dizer que ainda não enlouqueci!!!
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Neste momento...
E um dia acordamos e percebemos como tudo está diferente... Aquela pessoa que ali está sentada, quem é? E aquela árvore não costumava estar naquele sitio.... As coisas não costumavam ter este sabor nem as paredes pareciam tão escuras....
Um dia damos por nós a andar numa estrada que não escolhemos, apenas porque foi essa a direcção indicada... E nós nem questionamos...
E assim vamos vivendo à espera que tomem as melhores decisões por nós: o que comer, o que vestir, quem devem ser os nossos amigos e quem deverá estar completamente posto de parte....
E assim vamo-nos agarrando à certeza de que se algo correr mal a culpa não foi nossa... Alguém decidiu por nós. Pois é, mas nós decidimos deixar alguém tomar essa decisão e aí é que as coisas se tornam mais complicadas.
Tenho por hábito pensar demasiado nas coisas e ser pouco espontânea o que também tira um pouco a piada desta viagem. Fico a matutar nas coisas até tomar uma decisão e depois matuto (acho que acabei de inventar um verbo!!) mais um pouco se a decisão tomada foi a mais correcta. Sempre fui assim e acho que nada mudarei nesse aspecto. Mas, no entanto, ao longo destes meus últimos 15 anos posso dizer que não me arrependo dos caminhos que escolhi seguir e das decisões que tenho tomado. Claro está que, se pudesse voltar atrás, as faria de maneira diferente mas não deixava de as fazer. Esta certeza resulta de uma maior maturidade, que penso começar a atingir, e que me permite analisar de uma forma diferente as coisas que já passaram. "Pois, assim é fácil falar... Assim também eu!", dizem vocês.... E digo eu.... É como uma expressão que ouvi a minha tia dizer "se eu tivesse uma perna nas costas não caia de cú". Embora não goste propriamente da última palavra acho que define precisamente o que disse neste post.
As certezas, vamos encontrando ao longo da vida, no entanto, temos que nos certificar que as certezas que hoje temos são as nossas e são as correctas... Pelo menos neste momento!
Um dia damos por nós a andar numa estrada que não escolhemos, apenas porque foi essa a direcção indicada... E nós nem questionamos...
E assim vamos vivendo à espera que tomem as melhores decisões por nós: o que comer, o que vestir, quem devem ser os nossos amigos e quem deverá estar completamente posto de parte....
E assim vamo-nos agarrando à certeza de que se algo correr mal a culpa não foi nossa... Alguém decidiu por nós. Pois é, mas nós decidimos deixar alguém tomar essa decisão e aí é que as coisas se tornam mais complicadas.
Tenho por hábito pensar demasiado nas coisas e ser pouco espontânea o que também tira um pouco a piada desta viagem. Fico a matutar nas coisas até tomar uma decisão e depois matuto (acho que acabei de inventar um verbo!!) mais um pouco se a decisão tomada foi a mais correcta. Sempre fui assim e acho que nada mudarei nesse aspecto. Mas, no entanto, ao longo destes meus últimos 15 anos posso dizer que não me arrependo dos caminhos que escolhi seguir e das decisões que tenho tomado. Claro está que, se pudesse voltar atrás, as faria de maneira diferente mas não deixava de as fazer. Esta certeza resulta de uma maior maturidade, que penso começar a atingir, e que me permite analisar de uma forma diferente as coisas que já passaram. "Pois, assim é fácil falar... Assim também eu!", dizem vocês.... E digo eu.... É como uma expressão que ouvi a minha tia dizer "se eu tivesse uma perna nas costas não caia de cú". Embora não goste propriamente da última palavra acho que define precisamente o que disse neste post.
As certezas, vamos encontrando ao longo da vida, no entanto, temos que nos certificar que as certezas que hoje temos são as nossas e são as correctas... Pelo menos neste momento!
quinta-feira, 4 de abril de 2013
(Já tinha postado esta história no Facebook mas aqui fica o registo para a posteridade)
Quando escureceu ela sentou-se à mesa e esperou a sua chegada. Colocou os pratos do serviço e fez o seu jantar favorito. Aperaltou-se e esperou. “Chego ao anoitecer. Espera por mim”, foi o bilhete que ele havia deixado... Há 11 anos atrás. Esta era a sua rotina diária, esperar por ele... E perceber que nunca mais chegaria ao anoitecer.
Ela nunca chegou a perceber se ele se tinha fartado, se tinha encontrado outra pessoa ou se, pura e simplesmente, se tinha desligado dela e da vida que partilhavam, como se faz com um interruptor. Por não perceber, nunca o aceitou.
Os anos passaram, ela envelheceu mas o seu coração continuava preso a um amor que todos diziam estar perdido. Por não perceber, por não aceitar, ela nunca o deu como perdido.
Numa quarta feira do mês de Maio, o dia escureceu e ela seguiu o seu ritual... Sempre com a mesma calma... Sempre com a mesma esperança... Nesse dia bateram à porta quando o relógio bateu as sete da tarde. O seu coração parou. Toda ela tremia mas ainda assim, e num primeiro impulso, correu para a porta. Ao abrir deparou-se com um homem de cabelo grisalho e um ar gasto mas, ainda assim, com um certo charme.
- Ainda te lembras de mim?, perguntou ele com uma voz trémula.
Ela abraçou-o e disse-lhe ao ouvido:
- Chegaste mesmo a horas, fiz o teu prato favorito.
Pegou na sua mão e, com muito cuidado, sentou-o à mesa, no mesmo lugar de sempre. Não trocaram uma palavra mas nunca desviaram o olhar um do outro durante todo o jantar.
Encontraram-na sozinha na sua casa na quinta-feira de manhã. Dizem que tinha um ar tranquilo e um sorriso de felicidade. “O coração não resistiu”, disse o médico, “talvez tenha sido melhor assim...”.
Quando escureceu ela sentou-se à mesa e esperou a sua chegada. Colocou os pratos do serviço e fez o seu jantar favorito. Aperaltou-se e esperou. “Chego ao anoitecer. Espera por mim”, foi o bilhete que ele havia deixado... Há 11 anos atrás. Esta era a sua rotina diária, esperar por ele... E perceber que nunca mais chegaria ao anoitecer.
Ela nunca chegou a perceber se ele se tinha fartado, se tinha encontrado outra pessoa ou se, pura e simplesmente, se tinha desligado dela e da vida que partilhavam, como se faz com um interruptor. Por não perceber, nunca o aceitou.
Os anos passaram, ela envelheceu mas o seu coração continuava preso a um amor que todos diziam estar perdido. Por não perceber, por não aceitar, ela nunca o deu como perdido.
Numa quarta feira do mês de Maio, o dia escureceu e ela seguiu o seu ritual... Sempre com a mesma calma... Sempre com a mesma esperança... Nesse dia bateram à porta quando o relógio bateu as sete da tarde. O seu coração parou. Toda ela tremia mas ainda assim, e num primeiro impulso, correu para a porta. Ao abrir deparou-se com um homem de cabelo grisalho e um ar gasto mas, ainda assim, com um certo charme.
- Ainda te lembras de mim?, perguntou ele com uma voz trémula.
Ela abraçou-o e disse-lhe ao ouvido:
- Chegaste mesmo a horas, fiz o teu prato favorito.
Pegou na sua mão e, com muito cuidado, sentou-o à mesa, no mesmo lugar de sempre. Não trocaram uma palavra mas nunca desviaram o olhar um do outro durante todo o jantar.
Encontraram-na sozinha na sua casa na quinta-feira de manhã. Dizem que tinha um ar tranquilo e um sorriso de felicidade. “O coração não resistiu”, disse o médico, “talvez tenha sido melhor assim...”.
terça-feira, 19 de março de 2013
Dia do Pai
Segundo reza a lenda, esta tradição teve origem na Babilonia há mais de 4 mil anos quando um senhor, de seu nome Elmesu, resolveu escrever um cartão ao seu pai, em que desejava saúde, sorte e uma vida longa. Mais tarde, já no século XX, um senhora americana resolveu dedicar um dia aos pais, tal era a admiração que sentia pelo seu pai. Richard Nixon e uns anos (bastantes) mais tarde fez-lhe a vontade e declarou o Dia do Pai como festa oficial. Por estas bandas festejamos o dia de S. José, que como todos sabem, é o pai de Jesus Cristo.
Blá blá blá....
Dia do Pai... Dia do meu pai... Essa é que é!!!! Não vou aqui dizer que é o melhor Pai do Mundo pois, apesar de achar que essa é uma verdade indiscutível ele será o melhor Pai do MEU Mundo. Haverá, e eu sei que sim, muitos outros que o acompanham em grandeza e por isso todos merecem o nosso respeito. Mas, voltemos ao MEU Pai, pois é esse que eu festejo...
- Lembro-me de quando era pequenina e chegava da escolinha (ainda a escola dos pequeninos) com o meu pai e a minha irmã, fazermos as duas chantagem com ele para tomar banho: se ele nos deixasse apertar o nariz nós acataríamos o pedido de ir tomar banho e facilitar um bocadinho o final do dia. E ele, pacientemente, deixava....
- Lembro-me de olhar para a cara dele (ainda hoje) e saber perfeitamente se poderia "esticar a corda" um bocadinho mais ou se deveria ficar por ali... Tudo por causa de uma ruga que faz na testa quando está preocupado, triste ou irritado ou o trejeito que faz ao nariz denunciando que está com uma vontade enorme de rir mas... Tem que manter a pose!
- Adoro rir com o meu Pai quando começamos a disparatar por coisas tolas. Costumamos dizer que "somos as melhores amigas" (ele vai ficar zangado comigo por dizer isto.... Oooopsss agora já está!).
- O meu pai é um poeta e sabe usar as palavras como ninguém... Costumam dizer que herdei isso dele mas eu acho que estou tãããããão longe disso,mas fico lisonjeada quando pensam assim.
- Gosto dos nossos constantes telefonemas em dia de Festival da Canção ou ao domingo à noite quando assistimos juntos (embora com 300km a separar-nos) ao programa "A Tua Cara Não Me É Estranha" e nos vamos divertindo a fazer os mais variados comentários... Às vezes, depois de ver daquelas coisas que "nos envergonham", num desses programas, eu já sei que o telefone vai tocar e vou ouvir do outro lado uma enorme gargalhada.
- O meu pai tem uma voz grossa... Mas é uma voz docemente grossa.
- Já chorei e já ri ao lado do meu pai.
Partilhamos uma história de 35 anos (e uns meses) e espero prolongá-la por mais uns bons e longos anos.
Amo o meu pai e sei que ele me ama a mim e é assim que vamos vivendo, partilhando e aprendendo um com o outro: aceitando as nossas fraquezas, festejando as nossas vitórias e partilhando todos os bons e maus momentos.
Este é o meu Pai e eu não o trocaria por nada, nem por ninguém, neste MUNDO.... Ou noutro Mundo qualquer!
segunda-feira, 18 de março de 2013
Ventos de mudança
"Quem espera sempre alcança" é o meu lema já há muiiiiiiitoo tempo... Mesmo quando as coisas parecem não ter conserto eu acho que há sempre uma maneira de dar a volta ao texto e sair por cima.
O final da semana passada trouxe-me boas novidades e acho que a vida começará a sorrir nos tempos que se aproximam. Um dia de cada vez, um pé à frente do outro, assim caminharei durante os próximos tempos.
Tentarei manter o contacto e ir relatando o que se vai passando. Até lá considerem-me uma pessoa feliz!!! Bacci a Tutti
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